É Zelo, não religiosidade.
Existe um equívoco recorrente, e perigosamente confortável, dentro do ambiente cristão contemporâneo: sempre que se fala de santidade, logo surgem rótulos. Quem insiste em uma vida separada, transformada e alinhada ao evangelho é rapidamente taxado de “religioso”, “radical” ou “legalista”. Mas isso não é religiosidade. Isso é zelo. Zelo nasce da redenção. Ele brota naturalmente em quem foi remido, lavado e purificado pelo sangue de Jesus. Não é esforço humano para parecer santo; é resposta espiritual de quem foi alcançado pela graça. A Escritura afirma que Cristo se entregou para formar para si um povo zeloso de boas obras (Tito 2:14). Ou seja, zelo não é um excesso; é o fruto esperado da cruz. A Bíblia nos chama a andar em novidade de vida. A abandonar as coisas velhas. A não amar o mundo nem aquilo que nele há (Romanos 6:4; 1 João 2:15). No entanto, o grande problema não está fora da igreja, está dentro dela. Há muitos que aderiram ao ambiente eclesiástico, mas nunca se comprometeram...






